Existimos para fechar a distância entre as plataformas gigantes e o operador local que faz o trabalho pesado. Software moderno, rápido de adotar e fácil de adaptar — para quem entrega coisas de verdade.
Por que uma transportadora de 12 vans opera com menos tecnologia que um app de bairro? Foi essa pergunta que deu origem ao iEntrega.
É difícil imaginar o mundo sem software. Os grandes apps de entrega não existiriam sem ele — e o consumidor já não abre mão dessa experiência.
Mas e as operações que fazem o trabalho de verdade? O dono que assume o risco, a despachante que segura o dia no telefone, o motorista que roda com chuva. Entre meia dúzia de gigantes e milhares de operadores locais existe um abismo de tecnologia.
Começamos o iEntrega para fechar esse abismo. Não queremos que o operador vire refém de plataforma nenhuma — queremos que ele tenha, com a marca dele, a mesma arma que os grandes têm.
O resto desta página conta como estamos fazendo isso.
A primeira versão nasce na garagem de uma transportadora em São Paulo, substituindo quatro planilhas e um mural de cortiça. O primeiro cliente pagante chega antes do primeiro escritório.
O lockdown multiplica a demanda por entrega e o produto vira plataforma: portal do cliente, despacho e rastreio ao vivo no mesmo lugar. Fechamos o ano com 18 operações no ar.
O app do motorista ganha modo offline — desenhado rodando junto com entregadores no interior, onde o sinal cai. É até hoje o recurso mais elogiado da plataforma.
Dez milhões de entregas processadas. A roteirização passa a recalcular rotas em segundos e o comprovante digital vira padrão — assinatura, foto e geolocalização em cada parada.
120 cidades, 50 mil motoristas ativos e um time de 46 pessoas, remoto-primeiro, com base em São Paulo.
Milhares de operações rodando com marca própria. Qual delas será a sua?
Das capitais às cidades do interior onde o sinal cai — e o app segue funcionando. Doze hubs regionais dão suporte com equipe local; a plataforma cobre o resto.
Entrega não tem segunda chance: a van já saiu, o cliente está esperando. Por isso disponibilidade, modo offline e plano B fazem parte do produto — não do contrato de suporte.
Todo trimestre o time inteiro roda um dia de rota com um cliente. O que atrapalha na cabine vira prioridade de produto na segunda-feira seguinte.
Uma despachante nova tem que operar sozinha no primeiro dia. A complexidade fica do nosso lado: roteirização, escala e integrações trabalham em silêncio.
Cobramos por parada, não por licença — nosso faturamento só sobe se a sua operação entregar mais. Sem fidelidade, sem letra miúda, sem plataforma engolindo a sua marca.
“A AWS provou que ninguém mais precisa construir servidor para lançar um produto. O iEntrega faz o mesmo pela logística: o operador local chega ao mercado com a infraestrutura dos grandes, sem o custo dos grandes.”
“Plataformas de e-commerce colocaram um milhão de lojistas para vender online. Ver essa mesma virada acontecer no transporte, com o time mais obcecado por operação que já conheci, é o motivo de estarmos aqui desde a primeira rodada.”
A partir de R$ 1,20 por parada, com migração incluída. Comece um teste grátis ou converse com quem construiu a plataforma.